domingo, 17 de abril de 2011

Uma manhã em Realengo

naquela hora não havia como correr
então, desesperada, ela implorou:
- não me mate
e ele disse:
- não adianta,  você vai morrer

(relato de uma menina no velório das amigas de escola)

terça-feira, 5 de abril de 2011

sábado, 2 de abril de 2011

vazio
reflete
 o “quê”
ecoa

(Pela manhã, quarto coberto pelo leite que escorreu dos pulmões)